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| Eu brincando de Cientista doido. |
A propagação vegetativa in vitro de plantas de hoje, é o resultado de mais de 40 anos de estudos e pesquisas, que vem sendo considerada um avanço para a agricultura. A micropropagação é uma técnica que visa à produção de plântulas em larga escala sob condições controladas e em um tempo economicamente viável.
A micropropagação in vitro é uma técnica de cultura de tecidos que utiliza de pequenos propágulos na planta matriz para originar novos indivíduos sob condições controladas. Os tecidos são cultivados em meio asséptico contendo macro e micronutrientes, vitaminas, reguladores de crescimento e uma fonte de carbono como a sacarose, e pode ser feito com qualquer parte da planta como células, tecidos, órgão e pólen.
Em âmbito comercial a micropropagação já é utilizada em vários países do mundo com destaque os Estados Unidos da América e a Europa. Agregados aos grandes viveiros os laboratórios surgiram como iniciativa das próprias companhias produtoras mudas. O objetivo deles é de satisfazer as necessidades internas de material, também de produzirem mudas limpas, isentas de microorganismos patogênicos e de acelerar a produção convencional de produção de mudas.
Existem alguns estágios da propagação vegetativa in vitro que se considera um padrão para todos os padrões de micropropagação.
Estágio a: Seleção da planta matriz e em condições adequadas alterar sua condição fitossanitária e fisiológica para que produza material saudável e capaz de iniciar uma cultura viável e eficiente;
Estáio b: Seleção dos explantes, desinfestação dos tecidos por meio de subtâncias que possuam ação antimicrobiana como o hipoclorito de sódio - NaClO (Bactericida), benlate, manzate (fungicidas) e estreptomicina, e etanol 70%[1], e cultura dos tecidos sob condições assépticas;
Estágio l ou meta fase: é a fase onde ocorre o aumento rápido de órgãos e de estruturas que podem dar origem a plantas, como gemas axilares, laterais, ou ate a indução de gemas adventícias, ou seja, a multiplicação do material. Seu objetivo seria de determinar o número e o intervalo dos subcultivos e determinar e aperfeiçoar a taxa de multiplicação.
Estágio d: consiste na indução de formação de primórdios radiculares, isto é, o enraizamento da plântula e preparação para aclimatação e a transição de um individuo heterotrófico para autotrófico.
Estágio t: Aclimatação da planta e inicio da transição de heterotrófico para autotrófico. Objetivando diminuir ao máximo os danos por estresse hídrico.
[1] Etanol a 70 % é nesta diluição que ele age melhor contra as bactérias e que retira a serosidade da folha sem danificar o tecido.

Nossa, adorei o Post! Parabéns Thiago. Me deu saudades das horas que ficava repicando, olha a foto e lembro de mim, fazendo a propagação de bromélias e orquídeas do Parque do Rola Moça, situado na Grande BH/MG.
ResponderExcluirÉ um trabalho importantíssimo, é a recuperação de nossa flora, e também ajuda na reconstituição de áreas de queimadas. Vamos divulgar né! Abraços,
Lorena Freitas.