quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

LIXO DO MUNDO

Olha o que achei em uma das minhas caminhadas......... 

Local: Balneário Gaivota - SC 

FALTA DE VERGONHA NA CARA - NÃO BASTA DESTRUIR O SEU PAÍS, E AINDA VEM SUJAR O BRASIL.....


QUANTOS QUILÔMETROS E DIAS LEVOU PARA ISSO CHEGAR ATÉ AQUI? 

O que dizer depois de ver isso!


Parabéns a vocês..........


Já parou para pensar quanto lixo você produz no seu dia? agora tente imaginar quanto seus amigos produzem? e para finalizar multiplique por 365,72 dias....



PREOCUPANTE

domingo, 14 de agosto de 2011

Manejo de Nascentes




O que é uma Nascente?

Segundo CALHEIROS et al (2004), entende-se por nascente o afloramento do lençol freático, que vai dar origem a uma fonte de água de acúmulo  (represa), ou cursos d’água (regatos, ribeirões e rios). Em virtude de seu valor inestimável dentro de uma propriedade agrícola, deve ser tratada com cuidado todo especial.

Tipo de Nascentes:

- Perenes: Fluxo continuo;
- Temporárias: Fluxo de água apenas em períodos Chuvosos;
- Efêmeras: Formam-se durante as chuvas permanecendo por alguns dias e até horas.

Curso do Ciclo hidrológico:

1. A água da chuva é interceptada pela massa foliar da mata que a circunda e evapora.
2. A água da chuva escoa por depressões topográficas formando enchurradas, através de córregos, rios e riachos.
3. A água infiltra no solo, com uma parcela temporariamente retida nos espaços porosos, outra parte absorvida pelas plantas ou evaporada através da superfície do solo, e outra alimenta os aquíferos, que constituem o horizonte saturado do perfil do solo (LOUREIRO, 1983).

http://www.serracima.org.br/praticas-agroecologicas-07-agua-e-agricultura/
Legislação:

 Lei Federal 4.771/65, alterada pela Lei 7.803/89 e a Medida Provisória nº 2.166-67, de 24 de agosto de 2001, “Consideram-se de preservação permanente, pelo efeito de Lei, as áreas situadas nas nascentes, ainda que intermitentes e nos chamados “olhos d’água”, qualquer que seja a sua situação topográfica, devendo ter um raio mínimo de 50 (cinqüenta) metros de largura.

 Artigos 2.º e 3.º dessa Lei “A área protegida pode ser coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade,  fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas.”

Quanto às penalidades, a Lei de Crimes Ambientais 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, conforme Artigo 39, determina que é proibido “destruir ou danificar floresta da área de preservação permanente, mesmo que em formação, ou utilizá-la com infringência das normas de proteção”.  É prevista pena de detenção, de um a três anos, ou multa, ou ambas as penas, cumulativamente. Se o crime for culposo, a pena será reduzida à metade.



Cobertura vegetal às áreas Adjacentes. 





http://saf.cnpgc.embrapa.br/publicacoes/CartilhaNascentes.pdf

Agradecimentos:
Estendo a todos os pesquisadores da área, principalmente aos que neste são citados.


Bibliografia


CALHEIROS, et ali. Cadernos da Mata Ciliar / Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Departamento de Proteção da Biodiversidade. - N 1 (2009)--São Paulo : SMA, 2009

LEI Nº 14.675, de 13 de abril de 2009  disponível em: http://www.sc.gov.br/downloads/Lei_14675.pdf


LOUREIRO, B.T.  Águas subterrâneas. Irrigação: produção com estabilidade.     Informe Agropecuário, v. 9, n.100, p.48-52, 1983




Cartilha de preservação de nascentes.

http://saf.cnpgc.embrapa.br/publicacoes/CartilhaNascentes.pdf

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Greve de professores (Carta de um Aluno)


Menas professsor Menas.............. Na realidade, em quem confiar? gostaria que 1 politico apenas olhasse realmente para o futuro, e valoriza-se o esforço que o aluno faz, e o gasto que ele tem, em procurar uma "EDUCAÇÃO DE QUALIDADE", tanto em instituições publicas como também privadas. Confiar em que política que não olha para a colunas fundamentais da formação de um povo que é a EDUCAÇÃO bem como o PENSAMENTO CRÍTICO que os avalia constante. Chego a pensar que os políticos fazem de propósito. Talvez porque quanto mais gente sem acesso ao PENSAMENTO CRÍTICO CAPAZ AVALIAR QUE A ESCOLA E O PROFESSOR DÁ mais tempo eles ficam no poder, mais tempo eles ficam de mão abanando e ganhando os impostos altos que eu pago!? Sem Qualificação Suficiente para o mercado de trabalho para uma sociedade que necessita de avanços vou conseguir pagar minha faculdade? E quando chego na faculdade Não ter o necessário para praticar o SABER, como eu fico? E quando eu sair ao mercado de trabalho após um árduo caminho para me graduar como buscar CONHECIMENTO PARA O MEU ALUNO, BEM COMO VIVER SERÁ QUE DEVO DESISTIR DO MEU SONHO? Quero ser professor; é meu sonho! Quero realizar isso mas assim está difícil pessoal. "Dá pra cooperar aí pessoal?".O que basta me dizer é Boa sorte aí na Greve. Chega de promessas precisamos de atitude e vontade das pessoas que acreditamos que estão nos representando.
Obs: Não estou do lado de ninguém, somente cobro atitude porque se estão recebendo salario o minimo que devem fazer é trabalhar realmente. E se não conseguiu ler isso me chame eu te ensino a ler, pois quero ser professor. .

Aluno: Thiago Soethe Ramos.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

JN Globo - 14/04/2011 - Peixes são usados para combater a dengue no Rio Grande do Norte

Piava - Leporinus obtusidens




"No Nordeste do Brasil, no Rio Grande do Norte, a preocupação neste momento é com a dengue. A capital, Natal, entrou em estado de emergência. Mas uma cidade do interior potiguar recebeu o reforço de um predador natural das larvas do mosquito.As piabas distribuídas entre os moradores de Apodi, a 330 quilômetros de Natal, estão ajudando a diminuir o número de casos de dengue no município.Em 2004, quando os peixinhos foram usados pela primeira vez, houve uma redução de 35% nas notificações da doença, em relação a 2003. Desde então, o maior número de casos não passou de 15 em duas ocasiões. Este ano, até agora, foram 10. As piabas têm uma vantagem extra: prazo longo de validade ."Enquanto você vai estar com um larvicida que dura 15 dias, o peixinho dura dois anos", disse o coordenador de endemias de Apodi, Damião Paiva.Dona Raimunda aprova a iniciativa: "A nossa salvaguarda vai ser essas piabas porque toda vida a gente não pode entrar aí para dentro para fazer a limpeza", disse.No laboratório da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, pesquisadores atestaram o método sertanejo. "Esta piaba chega a comer 900 larvas de mosquito em uma hora, por exemplo, então, é uma piaba bastante ativa e voraz”, explicou a diretora do centro de biociências da UFRN, Maria de Fátima Freire.Apesar da eficiência dos peixinhos, nada substitui o trabalho preventivo feito por cada cidadão.“A colaboração da população é 80% do serviço de um agente de saúde. São vários instrumentos, na verdade, o principal é a conscientização, manter recipiente fechado", lembrou o supervisor de endemias de Natal Lucas Sheilyg."
Gente o texto foi extraído do site da globo, assistam a reportagem neste link: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/04/peixes-sao-usados-para-combater-dengue-no-rio-grande-do-norte.html



segunda-feira, 4 de abril de 2011

Hormônios Vegetais

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/hormonios-vegetais/hormonios-vegetais.php

Principais tipos de hormônios
. AIA = IAA = Ácido indolil-3-acetico;
AIB = IBA = Ácido indolil-3-butírico; ANA = NAA = Ácido
naftalenoacético; 2,4D = Ácido 2,4 diclorofenoxiacético;
GA = giberelina; KIN = cinetina; CCC = Cloreto de cloro colina (Cycocel, Tuval);
ABA = Ácido abscísico.


Reguladores de Crescimento Vegetal

Os reguladores de crescimento são substâncias sintéticas os quais, quando aplicados nas plantas, produzem efeitos similares ao dos hormônios, sendo que estes reguladores podem ser ou não análogos químicos aos hormônios. Para efeito de revisão os fitormônios são compostos orgânicos sintetizados em uma parte da planta e levados a outra parte, que em pequenas quantidades são capazes de promover uma resposta fisiológica na planta. Interagindo na promoção ou então inibição do desenvolvimento de certas ações da plantas, por exemplo, o crescimento de órgão.
O efeito do hormônio depende da espécie da planta, da parte, do estágio de desenvolvimento do tecido, bem como da planta, a concentração e as variáveis externas ou ambientais, mas fundamentalmente da sensibilidade que o tecido tem sobre o tecido ou célula-alvo. Então para que ocorram as respostas fisiológicas é necessário que o hormônio se apresente na célula correta, o hormônio deve reconhecer e ao se ligar ao receptor protéico essa ligação deve desencadear mudanças metabólicas que amplifiquem o sinal do mesmo. (Tagliacozzo, 1998) Este fundamental componente do meio de cultura deve de estar nas concentrações necessárias para cada tipo de tecido e da espécie utilizada, e também cada etapa de desenvolvimento do explante necessita de concentrações diferentes de hormônios seja ele calo, broto e/ou raiz.

Auxina

As auxinas são sintetizadas nas plantas nas regiões de crescimento ativo, como exemplo, os meristemas apicais, as gemas axilares, as folhas jovens e etc. De uma maneira geral, na maioria dos tecidos jovens das plantas as auxinas são produzidas e posteriormente translocadas a outros diferentes órgãos onde atuaram no mecanismo interno do que controla o crescimento. (Tagliacozzo, 1998)
As auxinas promovem o crescimento do caule, das folhas e das raízes. Elas também são responsáveis pela dominância apical e ainda podem ser usadas como herbicida (Tagliacozzo, 1998). Nas raízes a auxina corresponde ao crescimento de raízes adventícias no caule. Também a substância é utilizada na prática de reprodução assexuada de algumas espécies mais especificamente de plantas ornamentais.
As auxinas mais utilizadas nos meios de culturas para estimular a multiplicação de células são: ANA (ácido α-naftaleno acético), AIB (ácido indol-3-butírico) e AIA (ácido 3-indolilacético). As concentrações de auxinas são abaixo de 0,5mg/l, exceto a auxina AIA, pois ela se mantém menos estável no meio de cultura, podendo ser adicionada a concentrações maiores. E altas quantidades de auxina no meio de cultura estimulam o enraizamento e também podem induzir o explante à formação de calo em detrimento de multiplicação.


Citocininas

As citocininas são reguladores de crescimento e promotoras de divisão celular.
As citocininas promovem a divisão celular e o alongamento das células e sua diferenciação, retarda a senescência, e também promove a quebra da dominância apical e pode induzir a produção de gemas axilares (Tagliacozzo, 1998).
Segundo Tagliacozzo (1998) aplicação de 20 a 40 ppm de BAP [N-Benzil-9-(2-tetrahidropiranyl)-adenina] ou KIN (6-furfurilamino-purina) podem promover a formação de ramos laterais.
A citocinina é uma substância fundamental para a para a multiplicação da parte aérea e de indução de gemas adventícias. A concentração e o tipo de citocinina são os fatores que mais influenciam a cultura de tecidos in vitro.
BAP e KIN (cinetina) são as citocininas mais utilizadas e pode ser que para outras espécies de plantas outras ainda possam ser melhores. As concentrações utilizadas têm sido de 0,1 a 5,0 mg/L.
Os balanços entre as citocininas e as auxinas são de estrema importância, pois podem influenciar na formação de órgãos das plantas. É necessário que se pesquise o balanço ideal para cada espécie, pois esta variação pode ser benéfica para uma espécie e maléfica para outras.


 Giberelinas

As geberelinas são substâncias que podem ter seu seus efeitos análogos ao das auxinas.  Uma das diferenças é que as giberelinas têm a sua ação quando aplicadas em uma planta intacta. Já as auxinas possuem maior efeito em segmentos de plantas.
Segundo Tagliacozzo (1998), as giberelinas substituem o período de frio de algumas plantas que requerem vernalização para florescer, promovem germinação e quebra de dormência de muitas espécies e algumas promovem o aumento de flores como à do Lillium spp.
O GA3 tem sido utilizado para estimular a produção de parte aérea, sendo que sua eficiência é muito baixa, e sua concentração no meio de cultura gira por volta de 0,1mg/L com adição de carvão ativado no meio de cultura. Mas lembrando que na prática as giberelinas são pouco utilizadas no cultivo in vitro.

 Etileno

O etileno é um gás simples inssaturado de carbono (H2C=C2H) é desconhecido o local ou a célula em que ele é produzido. E sabe-se que o local de maior liberação é o ponto de inserção do fruto e no caule. Em pimenta, tomate e laranja, a difusão ocorre no pedicelo. Na maçã difunde-se através do da casca do fruto.
O etileno promove o amadurecimento do fruto. Inibe o alongamento das células a expansão foliar e o crescimento das raízes.
Este gás pode inibir a floração (caso das bromeliáceas), nesses casos o produto comercial é o Etrel (ácido 2-cloroetilfosfórico).
Com relação ao seu funcionamento nas culturas in vitro é muito limitado.

 Ácido Abscísico

ABA é o fitormônio que frequentemente promove respostas fisiológicas que ajudam a proteger as plantas de condições de estresse (salino, hídrico e térmico).
Inibe o crescimento, estando associado a dormência de gemas e órgãos subterrâneos. Induz o fechamento estomático, conferindo a proteção contra o déficit hídrico. Tem efeito direto na abscisão de folhas, flores e frutos.
São poucos estudados o efeito que esta substancia em culturas de tecido vegetal in vitro.