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| Regime Intensivo de Criação de Bovinos |
As mudanças no campo da agricultura e pecuária mudaram e estão mudando muito o cenário agrícola brasileiro e mundial. Como vimos no post anterior temos necessidade de fazer agricultura, mas ao que parece o homem esqueceu que os animais, além de lhe oferecerem alimento, fazem parte desse meio, e com o uso de técnicas abusivas de produção em regime intensivo tem posto de lado a vida deles.
Tá! OK... Então você pergunta: – Thiago é errado nos alimentarmos de animais? Então eu respondo: – NÃO, pois estamos em uma cadeia alimentar em que a carne é, para a maioria, um dos principais meios de conseguir subsídios na manutenção das atividades metabólicas no corpo. Temos então a opção de nos alimentarmos de plantas ou animais.
Contudo essas técnicas de produção em larga escala, prejudicam e muito os aninais de criação, como as vastas extensões de concreto, divididas em baias com vacas confinadas em um cubículo apertado de tão gordas que estão, isso sim que é errado. No processo de produção o homem até foi inteligente em perceber que quanto menos elas se movimentassem mais leite elas produziriam, por economia nos movimentos, ou seja, economia de energia.
Regime Intensivo de Criação de Bovinos
Este tipo de regime compromete o estado fisiológico do animal, gerando assim uma série de patologias. No caso dos bovinos temos: cistos ovarianos, mastites, doenças de casco, etc. Sem contar com a degradação ambiental. “Se esta fosse no campo”, haveria uma compactação estrondosa do solo.
Na agroecologia, temos subsídio intelectual para aproveitar mais a capacidade produtiva dos animais sem expô-los a riscos de saúde. Exemplo disso são os manejos de pastagem onde o animal não fica tão gordo quanto o de regime intensivo, porém a qualidade da carne ou do leite será muito maior. Nos manejos de pastagem a quantidade de resíduos produzidos é drasticamente mais baixa, já que se pode aproveitar desde a urina como fonte de nitrogênio para as plantas, até as peles e vísceras na compostagem. O mesmo podemos estender para as outras áreas da Zootecnia (avicultura, suinocultura, caprinocultura, entre outros).
Ao nos preocuparmos com o bem-estar dos animais estamos tornando nossa agricultura mais sustentável, pois todos os medicamentos que utilizaríamos em doenças psicossomáticas podem ser investidos em outras coisas. E também estas práticas agregam valor ao produto.
P.S: Vacas que ouvem musicas relaxantes na hora da ordenha produzem mais, pois ocorre estímulos positivos para a produção da prolactina.
Tá! OK... Então você pergunta: – Thiago é errado nos alimentarmos de animais? Então eu respondo: – NÃO, pois estamos em uma cadeia alimentar em que a carne é, para a maioria, um dos principais meios de conseguir subsídios na manutenção das atividades metabólicas no corpo. Temos então a opção de nos alimentarmos de plantas ou animais.
Contudo essas técnicas de produção em larga escala, prejudicam e muito os aninais de criação, como as vastas extensões de concreto, divididas em baias com vacas confinadas em um cubículo apertado de tão gordas que estão, isso sim que é errado. No processo de produção o homem até foi inteligente em perceber que quanto menos elas se movimentassem mais leite elas produziriam, por economia nos movimentos, ou seja, economia de energia.
Regime Intensivo de Criação de Bovinos
Este tipo de regime compromete o estado fisiológico do animal, gerando assim uma série de patologias. No caso dos bovinos temos: cistos ovarianos, mastites, doenças de casco, etc. Sem contar com a degradação ambiental. “Se esta fosse no campo”, haveria uma compactação estrondosa do solo.
Na agroecologia, temos subsídio intelectual para aproveitar mais a capacidade produtiva dos animais sem expô-los a riscos de saúde. Exemplo disso são os manejos de pastagem onde o animal não fica tão gordo quanto o de regime intensivo, porém a qualidade da carne ou do leite será muito maior. Nos manejos de pastagem a quantidade de resíduos produzidos é drasticamente mais baixa, já que se pode aproveitar desde a urina como fonte de nitrogênio para as plantas, até as peles e vísceras na compostagem. O mesmo podemos estender para as outras áreas da Zootecnia (avicultura, suinocultura, caprinocultura, entre outros).
Ao nos preocuparmos com o bem-estar dos animais estamos tornando nossa agricultura mais sustentável, pois todos os medicamentos que utilizaríamos em doenças psicossomáticas podem ser investidos em outras coisas. E também estas práticas agregam valor ao produto.
P.S: Vacas que ouvem musicas relaxantes na hora da ordenha produzem mais, pois ocorre estímulos positivos para a produção da prolactina.
P.S: Vacas que ouvem musicas relaxantes na hora da ordenha produzem mais, pois ocorre estímulos positivos para a produção da prolactina.

Parabéns pelo blog, gostei!
ResponderExcluirSou mto interessado nesses assuntos.
Vlw!
Abraços,
Matheo - @matheobenini